De onde vem a informação?
Os dados dos serviços (nome, morada, telefone, lotação) provêm de registos oficiais e de dados públicos; o pormenor consta da página Fontes. Para os estabelecimentos prisionais portugueses, a fonte principal é a lista oficial da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais. Para as unidades prisionais brasileiras, a fonte é o levantamento nacional SISDEPEN da Secretaria Nacional de Políticas Penais. O atlas reúne hoje 160 116 fichas em 223 países, das quais 947 em Portugal e 7640 no Brasil.
Como está organizado o atlas?
Cada serviço é associado, segundo a sua localização, aos limites administrativos oficiais do seu país: em Portugal, o distrito ou a região autónoma e o concelho; no Brasil, o estado e o município, segundo o IBGE. Quando um registo oficial fornece a morada, esta prevalece sobre os dados abertos. As restantes fichas provêm do OpenStreetMap e da Wikidata; os locais encerrados, históricos ou duplicados — como as antigas cadeias comarcãs — são excluídos antes da publicação.
As páginas em português
A língua principal do atlas é o inglês. As páginas de cada país são publicadas também na sua língua oficial; as de Portugal, por isso, em português europeu, e as do Brasil em português do Brasil. Estes textos não são uma tradução automática: as descrições e perguntas de cada página são redigidas a partir dos seus dados reais (número e tipo de serviços, distâncias, contactos) e das normas portuguesas, como o prazo de 48 horas para apresentar um detido a um juiz. Os serviços têm o seu nome oficial.
Sem dados pessoais
As páginas de Portugal e do Brasil não contêm informação sobre reclusos nem sobre funcionários. O atlas regista apenas serviços. Para qualquer informação sobre uma pessoa, contacte o seu advogado ou o tribunal competente.
Exatidão
O atlas reproduz sem alterações a informação publicada pelos serviços e pelas administrações. Como os contactos podem mudar, prevalece sempre o sítio oficial de cada serviço.